29 de jun de 2013

Notícias da ABRAINFO

A ABRAINFO, concretizando a sua proposta está trabalhando para construir o seu Plano de Trabalho. Precisamos tê-lo e muito claro. As vigas mestras são a representatividade, a atualização, oferecimento de benefícios específicos e, muito importante, um meio de conexão entre todos que atuam na área. Não bastam os títulos para ter boas possibilidades profissionais, é preciso ser visível pelo diálogo, pela participação. A construção desse Plano pede a cooperação de todos com ideias e propostas. De antemão, ressalto que deveremos realizar seminários e cursos. Dois deles estão a caminho: Convergências entre os arquivistas, bibliotecários, museólogos e outros fazeres que estão se evidenciando. E um segundo seminário, específico sobre o RDA. Eles poderão ser realizados em quaisquer cidades, pois é mais fácil deslocar os palestrantes do que os participantes. Financiamento? Sabemos que não serão as anuidades que manterão a entidade. O que obtivemos até agora não deu para cobrir os altos gastos da regularização e manutenção da entidade. Ela deverá, portanto, ser auto-sustentável. Esse Plano deverá dizer como. Temos muitas ideias, mas precisamos de outras e, principalmente, de mobilização. O nosso Estatuto prevê a organização de grupos de base territorial ou temática. Podemos ter um grupo organizado, por exemplo, no Maranhão. Ou um grupo de interessados em biblioteca escolar. Enfim, há um mundo imenso à nossa frente. Precisamos agir. Quem não faz é feito. Vamos ocupar os espaços vazios e, principalmente, criar novos.
Visitem http://www.abrainfo.org.br/ que está em seu começo. Peço que se filiem, não pela anuidade, mas para ter o sentimento da força que só poderá vir da junção de cabeças e mãos.

Evento: Bibliotecas Universitárias e Escolares

Com o objetivo de auxiliar as instituições de ensino na modernização das bibliotecas, a HUMUS realizará no dia 29 de agosto o V Encontro Nacional de Bibliotecários de Instituições de Ensino Superior & V Encontro Nacional de Bibliotecários Escolares – ENB 2013. Serão abordados temas como a Biblioteca Digital, a utilização do acervo digital e o uso de redes sociais na disseminação e recuperação da informação. O encontro ocorrerá em São Paulo e realizará dois workshops simultâneos: “E-books em bibliotecas: impactos e tendências” e “Produtos e Serviços inovadores em Bibliotecas Nacionais e Internacionais”.
Detalhes no URL:



Sinal sonoro e inesperado convoca alunos para ler em Passo Fundo

Fonte: Zero Hora (Porto Alegre, RS). Data:
Projeto nasceu há três anos como estratégia de escola no combate ao desinteresse dos estudantes pelos livros
A corneta toca, e cerca de 230 alunos correm para a sala dos professores da Escola Municipal Romana Gobbi, em Passo Fundo, no norte do Estado. A pressa não tem a ver com nenhum treinamento de emergência. A gurizada vai em direção aos quase 500 livros distribuídos em cestas.
A cena se repete uma vez por semana, e os estudantes não sabem a hora ou o dia em que virá o alerta. O projeto Sinal Verde foi pensado há três anos, após a comunidade ter tido de optar entre uma sala de informática e uma biblioteca, em razão da falta de estrutura física para os dois ambientes.
- Era o único espaço que tínhamos. Com a informática, os alunos começaram a ler cada vez menos. Precisávamos pensar em uma estratégia para recuperar o interesse pelos livros - relata a coordenadora pedagógica da instituição, Evania Carina Calza.
Os títulos foram comprados com a ajuda de pais e alunos, que venderam rifas para conseguir o dinheiro.
Para reforçar o interesse da gurizada, há outros dois projetos em andamento. Um deles é o Carrinho sobre Rodas, que leva os livros até as turmas, para que cada aluno escolha as obras que quer levar para casa. Já o Café Literário promove bate-papos entre autores da Academia Passo-fundense de Letras e a garotada. O resultado, os professores veem pelos corredores: quem não lia, hoje não abre mão. Estudante da 8ª série da escola, Vípora Rodrigues Ribeiro, 14 anos, diz que costumava ler dois livros por ano até o início do projeto. Agora, já foram 84 obras nos últimos 12 meses:
- Aprendi a falar, escrever e me entender melhor com as pessoas. Cada vez, dá mais vontade de ler. A minha rotina influenciou também na redação. Comecei a acreditar na minha capacidade de desenvolver assuntos.

Um texto da aluna foi classificado para a segunda etapa da Olimpíada Brasileira de Letras.

O futuro não é o fim ainda

Fonte: Valor Econômico. Data: 28/06/2013.
Autoria: João Luiz Rosa.

Há dois anos, parecia que o livro impresso começava a tomar o caminho da extinção. Em abril de 2011, a Amazon anunciou que a venda de livros eletrônicos superara pela primeira vez a de papel - 105 volumes digitais para cada 100 tradicionais - e a Borders, uma das maiores cadeias de livrarias dos Estados Unidos, baixou as portas, em setembro, apenas sete meses depois de entrar com um pedido de recuperação judicial. Das 511 lojas que tinha um ano antes restavam 399. Agora, os sinais são diferentes. As vendas dos aparelhos eletrônicos para leitura de livros, ou e-readers, que pareciam os substitutos naturais do livro em papel, vão cair dos 5,8 milhões de unidades projetadas para este ano para 2,3 milhões em 2017, prevê a consultoria Forrester. O interesse do público parece tão morno que nesta semana a Barnes & Noble, outra gigante americana das livrarias, anunciou que vai abandonar parte da produção do seu e-reader, o Nook, depois de a receita com o negócio cair 34% no trimestre, duplicando as perdas na área.

Livros em Braille não pagam direitos autorais

Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 28/06/2013.

Deve ser assinado hoje em Marrakech, no Marrocos, um tratado internacional que isenta as obras vertidas ao Braile de pagar direitos autorais. A proposta, baseada na lei brasileira e nas de outros 46 países, foi apresentada por Brasil, Equador e Paraguai. O ato faz parte de uma conferência da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, formada por 186 países, iniciada no último dia 17, informa o jornal Folha de São Paulo.

Nota do blog:
Após duas semanas de negociações em Marrakech, Marrocos, os Estados-Membros da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) aprovaram formalmente um "Tratado para melhorar o acesso às obras publicadas para pessoas cegas e deficientes visuais ou com outras dificuldades de acesso ao texto impresso”.

28 de jun de 2013

Evento: Catalogação

Estão abertas as inscrições para o IX Encontro Internacional de Catalogadores e II Encontro Nacional de Catalogadores, que acontecerá no Rio de Janeiro entre os dias 27 e 29 de novembro.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site www.enacat.bn.br. É necessário cadastro prévio no site, feito no menu à direita, para depois realizar a inscrição no link “Inscrições”.

Luciana Grings
Coordenadora de Serviços Bibliográficos
Fundação Biblioteca Nacional
Av. Rio Branco, 219 – 3. Andar
20040-008  Rio de Janeiro/RJ

Internet brasileira alcança 80 milhões de usuários

Fonte: Computerworld. Data: 20/06/2013.
URL: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/06/20/internet-brasileira-alcanca-80-milhoes-de-usuarios-revela-pesquisa/
O percentual de brasileiros com acesso à Internet superou o número de pessoas sem conexão pela primeira vez, segundo informações da pesquisa TIC Domicílios 2012, feita pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic).
Com dados coletados entre setembro de 2012 e fevereiro de 2013, o levantamento aponta que 49% dos entrevistados disseram ter acessado a web nos últimos três meses contra 45% que disseram nunca ter usado a Internet. Os outros 6% dos entrevistados disseram ter se conectado há mais de três meses.
Vale notar que o número de casas com acesso à Internet também cresceu, indo de 36% em 2011 para 40% no ano passado. Por outro lado, o acesso em lan houses caiu para 19%.
Mais de 80 milhões de internautas
Dessa forma, o TIC aponta que o Brasil possui 80,9 milhões de usuários de Internet. Na classe A, a porcentagem com acesso manteve-se estável, com 94%, em relação a 2011. Em todas as outras classes, B, C e D/E, foram registrados aumentos nesse percentual.
Nordeste lidera crescimento
De acordo com o estudo, a região que mais teve crescimento em número de internautas no período foi o Nordeste, que passou de 32% para 38% no quesito. O líder Sudeste subiu de 53% para 55%, seguido pelo Sul e Centro-Oeste, empatados com 53%. A região Norte ficou em último lugar, com 36% de moradores com acesso à web.
Nunca usaram
Apesar desse crescimento, muita gente no país ainda continua sem ter contato com a Internet. De acordo com a TIC 2012, 42,8 milhões de pessoas com idade acima dos 45 anos nunca usaram a web. E 68 milhões de pessoas das classes mais baixas, C, D e E, também nunca se conectaram com a rede.
Método

Para essa pesquisa de abrangência nacional, a Cetic entrevistou cerca de 17 mil pessoas de todo o país, com idades a partir de 10 anos. O levantamento foi feito entre primeiro de setembro de 2012 e 13 de fevereiro de 2013 e envolveu entrevistas pessoas e nas casas das pessoas, a partir de um questionário estruturado.

Livro didático eletrônico está chegando

Fonte: Jornal do Brasil. Data: 21/06/2013.
Autoria: Luis Rios.
Em 9 de agosto de 2013, quando estiver plenamente concluído o processo de inscrição no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), das obras para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para o ano letivo de 2015, o Brasil começará a escrever um novo e importante capítulo na história desse projeto e nas metas relativas à democratização do conhecimento e à melhoria da qualidade do ensino.
Refiro-me ao fato de, pela primeira vez, as editoras poderem apresentar obras multimídia, que contemplem o livro impresso e o digital. Esse é um significativo avanço, pois também representam a inclusão digital de milhões de alunos das escolas públicas, muitos deles ainda distantes dos tablets e computadores, equipamentos nos quais podem ser lidos os e-books. A novidade beneficia igualmente os professores, considerando que eles também recebem as obras.
Esse avanço editorial é um significativo avanço das obras de educação brasileira. Representa um desafio para o mercado que tem a responsabilidade de responder à altura às mudanças positivas introduzidas pelo poder público. A versão digital, segundo o Ministério da Educação, deverá ter o mesmo conteúdo do material impresso e incluir objetos educacionais digitais, como vídeos, animações, simuladores, imagens, jogos e textos, dentre outros recursos capazes de auxiliar na aprendizagem.
 Embora o regulamento do PNLD 2015 ainda permita a apresentação de obras somente na versão impressa, de maneira a viabilizar a participação das editoras que ainda não dominam as novas tecnologias, é muito desejável que as empresas aproveitem da maneira mais ampla possível essa oportunidade de modernização e ampliação das mídias à disposição dos alunos brasileiros. Mais do que uma alternativa comercial, esse avanço deve ser visto sob a perspectiva de um novo patamar de qualidade do ensino nacional, objetivo a ser cada vez mais compartilhado pela sociedade. Afinal, estamos falando de uma previsão inicial de aquisição de aproximadamente 80 milhões de exemplares, para atender a mais de 7 milhões de alunos, de 20 mil escolas do ensino médio em todo o Brasil.
 É um contingente expressivo de jovens que poderão ganhar um novo e eficaz canal de aprendizado. É bom para eles e para o país! Acompanhando a introdução do e-book, há outra novidade interessante no PNLD 2015. Trata-se da inclusão dos livros de arte, além dos componentes curriculares já atendidos na última edição do programa relativo ao ensino médio: português, matemática, geografia, história, física, química, biologia, inglês, espanhol, filosofia e sociologia.

É pertinente iniciar a trajetória do e-book no ensino médio, cujos alunos, a maioria adolescentes, já têm mais familiaridade com as linguagens digitais, para, depois, irem se disseminando nas demais faixas de idade. O PNLD é executado em ciclos trienais alternados. Desse modo, a cada ano são adquiridos e distribuídos livros para todos os alunos de um segmento, que pode ser os anos iniciais ou finais do ensino fundamental ou o ensino médio. Paulatinamente, nosso país caminha no sentido de estabelecer novos referenciais de aprendizado para os estudantes das escolas públicas.

Tributação de livros eletrônicos

Fonte: Valor Econômico. Data: 20/06/2013.
O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a imunidade tributária (não incidência de tributos) até mesmo para álbuns de figurinhas, segundo o escopo de não embaraçar o acesso à cultura, o que é objetivo prodigalizado na Constituição Federal. Continuará, não obstante, a não reconhecer o mesmo caráter nas obras publicadas em mídia eletrônica? A obra de Platão terá conteúdo e finalidade diferente por estar num e-book?Isto fará com que deixe de ser um livro?

Há, no entanto, bons auspícios, pois, recentemente, o STF admitiu a repercussão geral da questão, isto é, que a matéria tratada representa um interesse geral que ultrapassa os limites do interesse individual das partes envolvidas. Tal fato ocorreu no Recurso Extraordinário 330817, interposto pela Fazenda do Rio de Janeiro contra a Editora Elfez, que propugnava a imunidade tributária da Enciclopédia Jurídica Soibelman em versão eletrônica. Dessa forma decidir-se-á, portanto, se o livro eletrônico tem também direito a tal imunidade.

Gestão de documentos evita entraves futuros

Fonte original: Diário do Comércio e Indústria. Data: 18/06/2013
Autoria: Fabiana Barreto Nunes.
Fonte: www.granadeiro.adv.br/template/template_clipping.php?Id=11890
Empresas precisam arquivar corretamente os papéis a fim de evitar problemas com a fiscalização ou processo trabalhista que pode afetar sua vida.
Desde 1991, a papelada gerada por empresas públicas e privadas deve seguir as normas de armazenamento impostas pela Lei 8.159/11, que regula a política nacional de arquivos.
Com a obrigatoriedade de arquivamento por até 30 anos para alguns documentos, qualquer empresa, seja ela pequena ou grande, em certo momento terá de organizar e gerenciar esses documentos, seja para atender uma demanda de auditoria ou judicial. Para as empresas, esse processo burocrático é imprescindível, pois cresce cada vez mais o número de processos e fiscalizações públicas.
A bola de neve de processos trabalhistas, que aumenta em ritmo cada vez mais acelerado, tem forçado empresas brasileiras a se organizarem melhor para arquivar e gerenciar documentos determinados por lei, diz Cristiano Oliveira, diretor do Centro de Arquivos e Documentos (Cad), empresa especializada em arquivar, gerenciar e organizar todo tipo de documento de pessoa jurídica, médias e grandes empresas são as que mais procuram o serviço.
"A legislação brasileira tem como irrefutável a prova documental, onde tanto para uma demanda judicial quanto para um questionamento de funcionário ou órgão de classe caberá à empresa mostrar que cumpriu com as normas, para que com isso não motive sanções que trariam prejuízos ao caixa da companhia."
De acordo com Oliveira, pequenas empresas têm deixado o arquivamento dos documentos à custódia de seus contadores, sob a alegação de que o volume de documentos para arquivar é reduzido.
Para ele, tal comportamento pode ser equivocado, porque toda empresa tem o desejo de permanecer no mercado e crescer, o que inevitavelmente irá gerar um grande volume de documentos para arquivar.
Dentro dessa realidade muitas empresas têm terceirizado a gestão desses documentos para atender com eficiência fiscalizações e demandas judiciais nas quais estão envolvidas.
"Documentos relacionados à saúde ocupacional do funcionário precisam ser guardados durante 20 anos, se não armazenados podem gerar multa de R$ 300 mil a R$ 5 milhões dependendo da quantidade de funcionários de cada empresa", explica Oliveira.
O advogado lembra que há documentos que precisam ser arquivados eternamente, como é o caso do Livro de Inspeção do Trabalho. Já o FGTS/Guia de Recolhimento, por até 30 anos e o Atestado de Saúde Ocupacional, por 20 anos após o desligamento do trabalhador.
       Outros, como Cartão de Ponto, Comunicação de Dispensa, Pedido de Demissão, Recibo de entrega de Vale Transporte e Termo de Rescisão do contrato de trabalho devem ser preservados por 5 anos.
"Os motivos para tamanha burocracia são as questões legais e fiscais: fiscalização da promotoria trabalhista, demanda trabalhista e sindical, ação trabalhista, fiscalização Federal ou sindical e DRT. A lei ainda não permite a comprovação digital dos mesmos, apesar de todo avanço tecnológico."
Outros documentos como a guia de previdência dos funcionários que devem ser guardados por incríveis 20 ou 30 anos, pois, nesse período, o fiscal do INSS poderá requerer a papelada em uma auditoria.
Outro motivo de buscas de documentos antigos pode ser por causa da malha fina do IR, onde os fiscais podem cobrar comprovantes num período de até cinco anos. Os departamentos de RH e de Contabilidade precisam trabalhar com arquivos antigos para comprovar regularidades das empresas.

Porém, normalmente, o serviço terceirizado de contabilidade ou recursos humanos não costuma acumular documentos por mais de dois anos, prejudicando a empresa. 

27 de jun de 2013

Evento: Ética nas profissões


Curso: Digital Object Identifier


 DOI é um identificador que pode ser atribuído a qualquer objeto digital de propriedade intelectual. No Brasil sua atribuição tem sido feita para a produção científica publicada especialmente em periódicos. O Currículo Lattes solicita do autor do artigo o código DOI. Editores de periódicos científicos sem DOI já não conseguem submissões dos autores mais conceituados. Neste curso estaremos apresentando os conceitos, requisitos e responsabilidades para atribuição do DOI nas publicações científicas. A ênfase maior da oficina será dada aos periódicos publicados em OJS/SEER mas serão também demonstrados os procedimentos para outros tipos de publicações.

 

OBJETIVOS DO CURSO

·                     Apresentar os conceitos, requisitos e responsabilidades

·                     Mostrar as vantagens e os custos para implementação

·                     Demonstrar a atribuiçao do DOI nas publicações científicas

·                     Tirar dúvidas específicas dos participantes do curso

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1 Introdução

1.1 A aplicação do Digital Object Identifier – DOI

1.2 DOI: vantagens, dificuldades e custos para implementação

2 Conceitos sobre DOI

2.1 O que é o Digital Object Identifier – DOI?

2.2 DOI conceito

2.3 DOI de A-Z: tudo o que você precisa saber sobre identificadores de objetos digitais

2.4 DOI:  sistema de identificação  numérico para conteúdo digital

2.5 Apresentação traduzida sobre a CrossRef

3 Assinatura do DOI

3.1 Como obter o DOI?

3.2 Modelo de formulário de assinatura preenchido

4 Atribuindo o DOI no periódico publicado em OJS/SEER

Videoaula 1: configurando o SEER para o prefixo e sufixo DOI

Videoaula 2: alterando a sequência do sufixo DOI

Vídeoaula 3: terceira opção de Sufixo DOI

Vídeoaula 4: criando um sufixo automático

Vídeoaula 5: atribuindo um sufixo personalizado

Vídeoaula 6: deixando o DOI visivel na publicação

5 Envio de metadados para Agência de Registro

Videoaula 7: registrando DOI de um periódico

Videoaula 8: exportando dados via WebDeposit

5.1 Dúvidas ao preencher o formulário WebDeposit

5.2 Exportando dados XML automaticamente

5.3 Submetendo alterações ou correções para a CrossRef

6 Atribuindo o DOI em livros (e-books e impressos)

6.1 Boas Práticas para os Livros – CrossRef

6.2 Melhores práticas para depositar e ligar conteúdo com o DOI CrossRef

6.3 Atribuindo DOI para um ebook

7 Atribuindo o DOI para anais de congressos e outras publicações

7.1 Atribuindo o DOI para Anais de Eventos

7.2 ISBN ou ISSN?

8 Considerações finais

8.1 Perguntas e respostas sobre o DOI

 

Detalhes no URL:


 

FLIP: Brasil literário


25 de jun de 2013

Novo número: Informação e Sociedade

“Informação & Sociedade: Estudos” acaba de publicar seu último número [v. 23, n. 1, 2013] seguintes artigos:

Editorial
  • Sobre os Portais de Periódicos na web. Gustavo Henrique de Araújo Freire,Isa Maria Freire
Artigos de Revisão
  • Elementos tecnológicos de edição, manipulação e uso dos livros digitais. Wagner Junqueira Araújo, Robéria de Lourdes de Vasconcelos Andrade, Fabíola Mota de Moraes, Janiele Lopes dos Santos
  • Gestão da informação em ambientes globais: computação bio-inspirada em repositórios de documentos econômicos multilíngues. Angel Cobo, Rocio Rocha, Adolfo Alberto Vanti.
  • Disseminação seletiva da informação: análise da literatura publicada no período de 1958-2012. Thiago Gomes Eirão, Murilo Bastos da Cunha.
  • Acessando dados para visualização de afinidades nas votações entre parlamentares do Senado. Ricardo César Gonçalves Santana, Fernando de Assis Rodrigues.
  • Estilos gerenciais da tecnologia da informação: algumas proposições críticas. Luciano Augusto Toledo
Relatos de Experiência
  • Governo Eletrônico: um estudo na Secretaria Estadual de Tributação do Rio Grande do Norte sobre as possibilidades de participação do cidadão. Richard Medeiros de Araújo, Maria Arlete Duarte Araújo, Jomária Mata Lima Alloufa, Alba Oliveira Barbosa Lopes.
Relatos de Pesquisa
  • Gestão do conhecimento em empresa internacional de energia. Lydia Maria Pinto Brito, Alcêdo Pinheiro Galvão, Patrícia Whebber Souza de Oliveira.
  • O protagonismo da informação-documentação na cooperação ao desenvolvimento: os recursos educativos abertos nos processos de e-learning. Carmen Bolaños Mejías, Gema Bueno de la Fuente, Fernanda Melo Alves.
  • Suas histórias me ajudam a crescer. Relações entre biblioteca pública, a leitura e a primeira infância. Doris Liliana Henao, Sandra Inés Zuluaga Sánchez, Margarita María
    Corrales Urrea, Yicel Nayrobis Giraldo Giraldo.
  • A Cúpula Mundial sobre a sociedade da informação - CMSI: foco nas políticas de informação.  Lilian Emanueli Marques, Marta Macedo Kerr Pinheiro.
  • Cartadas do jogo informacional: a perspectiva dual da informação como matriz do mundo sistêmico e do mundo vivido. Jose Washington de Morais Medeiros, Marli Batista Fidelis.
  • Redes de conhecimento em artigos de comunicação científica: estudo baseado em citações bibliográficas de artigos de periódicos na área de Ciência da Informação no Brasil. Edna Lúcia da Silva, Liliane Vieira Pinheiro, Frederico Maragno Reinheimer
Resenhas
A natureza da Ciência da Informação: mudança de modelos. Adriana Carla S. Oliveira, Hamilton Rodrigues Tabosa, Gustavo Henrique de Araújo Freire.
Acesso ao texto completo no URL:

Remissão de pena pela leitura

Fonte: Conjur. Data: 06/06/2013.
O Tribunal de Justiça de São Paulo publicou minuta de resolução com os procedimentos a serem adotados pelas varas de execução criminal para a remição de pena pela leitura. Os interessados em ler para diminuir suas penas devem se inscrever nas oficinas de literatura. Cada preso tem 30 dias para ler um livro, e cada 30 dias de leitura descontam quatro dias da pena.
Liberdade e conteúdo

Mas não basta só ler. Pela minuta, os detentos interessados no programa devem se inscrever nas oficinas de literatura, promovidas pelos presídios. A cada livro lido, devem entregar resenhas e uma comissão técnica será composta para avaliá-las. Os membros têm 30 dias para ler se elas têm a ver com o livro ou não. Verão, por exemplo, “aspectos relacionados à compreensão e compatibilidade do texto com o livro”.

Biblioteca escolar: qual a estatística real?

Fonte: Jornal do Brasil. Data: 06/06/2013.
O Ministério da Educação (MEC) afirmou que, no ensino médio, 86,7% das escolas públicas brasileiras têm biblioteca; 92,2% têm acesso à internet; 91,8% contam com laboratório de informática e 71,5% têm quadras esportivas. Em termos de matrículas, o ministério diz que 91,7% dos estudantes estão em estabelecimentos com biblioteca ou salas de leitura; 95,6% em estabelecimentos com acesso à internet; 95,1% em estabelecimentos com laboratório de informática e 78,8% dos alunos em escolas com quadras esportivas.
Os dados fazem parte da resposta do MEC à matéria publicada pela Agência Brasil sobre o estudo "Uma Escala para Medir a Infraestrutura Escolar", que mostra que a maior parte das escolas brasileiras (84%) tem apenas uma estrutura básica e quase a metade (44%) conta apenas com água, banheiro, energia, esgoto e cozinha. Sobre a pesquisa, o Ministério da Educação diz que "o trabalho citado não reflete a realidade das escolas públicas brasileiras e sim a metodologia utilizada na elaboração deste".
Já no ensino fundamental, apesar de contestar o levantamento, os números enviados pela pasta não desmentem o estudo. Segundo o critério usado pelos pesquisadores, para ser considerada uma escola com estrutura adequada - um nível acima da estrutura básica - a escola precisa ter, entre outros itens, acesso à internet e biblioteca. O estudo mostra que mais de 44% das escolas da educação básica brasileiras ainda apresentam uma infraestrutura escolar elementar, apenas com água, banheiro, energia, esgoto e cozinha.
De acordo com o Censo da Educação Básica de 2012 - apresentado pelo MEC -, no Brasil 40,2% das escolas de ensino fundamental têm biblioteca ou sala de leitura; 42,6% acesso à internet; 44,1% laboratório de informática e 27,5% quadras.
No que se refere a matrículas no ensino fundamental, 73,6% dos estudantes estão em estabelecimentos com biblioteca ou sala de leitura; 79,5% das matrículas estão em escolas com acesso à internet; 76,9% dos estudantes têm acesso a laboratório de informática e 54,6% dos matriculados estão em escolas com quadras esportivas.
Entre as escolas particulares, a pesquisa aponta que a maioria (58,4%) têm uma estrutura básica, com apenas água, banheiro, energia, esgoto, cozinha, sala de diretoria e equipamentos como TV, DVD, computadores e impressora.

A presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), Amábile Pacios, diz que o número é uma média que inclui centros de ensino em regiões bastante pobres do país, mas que não são a maioria. Segundo ela, casos isolados de escolas pequenas acabam aumentando a porcentagem. "As escolas [privadas], no geral, têm uma estrutura grande, confortável, têm biblioteca, quadra de esporte, sala de informática. Caso isso não seja oferecido, não se consegue nem abrir uma escola", diz.

Curso: DSpace em Brasília

Local: Brasília, DF, dia 2/ago, no Parlamundi.
Curso semipresencial de 30h [8 presenciais em Brasília +22 online].
Encontro presencial em Brasília, DF, 2/ago (sexta) para atividades práticas e tira-dúvidas em ambientes de testes com DSpace e Omeka.

Biblioteca Pública do Sergipe completa 165 anos

Fonte: Aqui Acontece. Data: 12/06/2013.
URL: http://aquiacontece.com.br/noticia/2013/06/12/biblioteca-publica-de-sergipe-festejara-165-anos-de-fundacao
No dia 16 de junho a Biblioteca Pública Epifânio Dória completa 165 anos de fundação, e para celebrar a data, a Secretaria de Estado da Cultura (SECULT), gestora da instituição, preparou uma programação toda especial que envolverá os frequentadores do local e também a sociedade sergipana em geral. A celebração acontecerá na próxima segunda-feira, 17, a partir das 15h, na própria Biblioteca, e contará com uma grande ação de incentivo à leitura e sorteio de livros doados pelos amigos da Epifânio Dória.
De acordo com a diretora da instituição, Sônia Carvalho, a Biblioteca não poderia deixar de celebrar esta data tão simbólica e especial. "Através deste evento queremos falar da importância da leitura e da biblioteca para a sociedade, e mostrar de forma mais efetiva o trabalho da Biblioteca. Além disso, teremos o lançamento do cordel de Zezé de Boquim que fala desses 165 anos da BPED", enfatiza a diretora. (...)
Histórico
A trajetória da Biblioteca Pública de Sergipe começou no dia 16 de junho de 1848, quando nasce a Biblioteca Provincial de Sergipe, em São Cristóvão. Com a mudança da capital, a biblioteca foi transferida para Aracaju, sendo chamada de Biblioteca Pública do Estado, funcionando durante muito tempo em vários locais até obter prédio próprio.
Em 30 de dezembro de 1970, com o Decreto 2.020, no governo de João Andrade Garcez, a instituição passou a se chamar Biblioteca Pública Epifânio Dória. No mesmo ano, o prédio da atual sede em que se encontra a biblioteca foi projetado e construído pelo engenheiro Geraldo Magela, inaugurado em 28 de outubro de 1974, no governo de Paulo Barreto de Menezes.
O patrono da Biblioteca é o autodidata Epifânio Fonseca Dória e Menezes, que nasceu em 7 de abril 1884, na fazenda Barro Caído, em Poço Verde. Dirigiu a Biblioteca do Estado de 1914 a 1943. Tornou-se presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, membro da Associação Sergipana de Imprensa, da Academia Sergipana de Letras, passando por outras grandes instituições sergipanas e Venerável Mestre da Loja Simbólica Cotinguiba e do Grande Oriental do Brasil. Em 1935, foi Deputado Estadual e Secretário de Estado da Justiça, Agricultura e Fazenda.

A Biblioteca Pública Epifânio Dória, possui hoje um acervo estimado em 180 mil exemplares, distribuídos entre setores como Obras raras, Hemeroteca, Sala de Cultura Popular, Documentação Sergipana, Braille, Circulante e Acervo Geral. Além destes setores, a Biblioteca é reconhecida por suas diversas atividades culturais, tais como Rodas de Leituras, Exposições, Palestras, Seminários, Jornada de Leitura, Conversa com o Escritor, Encontros, cursos, oficinas entre outras.

Lançamento: Preservação digital

O livro “Preservação digital na gestão da informação: um modelo processual para as instituições de ensino superior”, de José Carlos Abbud Grácio, lançado pela Cultura Acadêmica, braço editorial da UNESP, propõe um modelo de gestão do processo de preservação digital voltado especificamente para instituições de ensino superior.
A obra analisa conceitos e modelos de gestão de informação, levanta questões como a necessidade de uma cultura de preservação digital, a implantação de um modelo de gestão a ela adequado e os custos de todo o processo, e aborda os aspectos que norteiam a preservação digital e o modo como as instituições vêm tratando dos problemas decorrentes de sua implantação.
O tema é importante para as universidades, já que são geradoras de grandes volumes de conteúdo científico, tecnológico, cultural e artístico e precisam compartilhar esse conhecimento com a sociedade, além de preservarem sua história e os documentos administrativos.  
O objetivo do autor é destacar que o maior desafio é lidar com a tecnologia, que oferece um leque crescente de alternativas e cujos componentes estão sujeitos a mudanças constantes. Os programas, as máquinas que os suportam e até os arquivos sofrem alterações significativas ao longo do tempo. Simultaneamente, é preciso definir como escolher o que deve ser preservado e como desenvolver e gerenciar esse processo, complexo e repleto de detalhes.
Download gratuito do livro está disponível em: www.culturaacademica.com.br.


21 de jun de 2013

Biblioteca com padrão FIFA

No início de junho de 2013 começaram na capital gaúcha e depois, paulatinamente foi expandida para outras capitais, uma série de manifestações contra reajustes das tarifas dos transportes urbanos. Essas ações configuraram um movimento reivindicatório de abrangência nacional, que contempla uma pauta que passou a incluir inúmeras reivindicações. As principais delas são:
a)                   Melhoria no sistema de saúde, pois é comum nos hospitais públicos a existência de longas filas para o atendimento do cidadão e à falta de leitos hospitalares, ocorrendo casos de pacientes ficarem nos corredores dos hospitais, sendo que muitos deles no chão.
b)                 Melhoria na educação, com melhor estrutura física das escolas, melhores salários para os professores, acesso à internet, existência de bibliotecas.
c)                   Melhoria na segurança; nos últimos tempos têm ocorrido muitas mortes cometidas por jovens que ficam impunes e estão abrigados por uma legislação que dá liberdade a esses infratores quando atingem a maioridade, no caso 18 anos.
d)                  Gastos nababescos com estádios de futebol para a Copa do Mundo – no caso de Brasília os custos finais devem atingir um bilhão de dólares (sim, de dólares);
e)                   Fim da corrupção -- agora uma praga quase que generalizada nos três níveis de governos. Em quase todos os lugares devem existir processos contra a corrupção inconclusos ou que se arrastam por muito tempo.
f)                   A prisão dos envolvidos com o escândalo do grupo dos “Mensaleiros”, integrado por mais de trinta pessoas, entre elas ex-ministro e parlamentares. Esse processo vem se arrastando por mais de sete anos no Supremo Tribunal Federal e alguns dos envolvidos voltaram a ocupar cargos importantes devido a brechas na legislação.
g)                  A não aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 37 (PEC 37) que reduz os poderes de investigação do Ministério Público, ficando a Polícia Federal – supervisionada pelo Poder Executivo – como única responsável por esse tipo de investigação.
O movimento está crescendo e ontem, 20 de junho, aconteceram passeatas em mais de 120 cidades brasileiras, trazendo às ruas quase dois milhões de pessoas. Em algumas dessas manifestações ocorreram violência – sempre existe uma minoria que procura provocar incêndios, roubar lojas, destruir placas de trânsito, entre outras coisas. O certo é que não se sabe como isto tudo irá terminar.
Os manifestantes são em sua maioria jovens estudantes que defende redução de tarifas ou mesmo eliminação delas do transporte público das cidades. A eles se somaram integrantes de outros movimentos sociais e pessoas comuns; quase todos usam as redes sociais como ferramentas de mobilização e divulgação.
É comum ver na imprensa que o “o Brasil agora acordou” e que os manifestantes desejam mudá-lo – vale lembrar que o Hino Nacional tem uma estrofe que diz que o país está “deitado eternamente em berço esplêndido”. Será que o gigante está acordando, meio zonzo com o cheiro do gás lacrimogêneo?
Neste contexto de demandas sociais creio que os bibliotecários, arquivistas, museólogos e outros profissionais da informação poderiam engrossar as passeatas, levando cartazes contendo dizeres como: “Queremos bibliotecas com o padrão FIFA”, “O Brasil quer arquivos com o padrão FIFA”, ou mesmo, “Agora é hora de museus com padrão FIFA”.
Gostemos ou não este parece ser um momento histórico.


Murilo Cunha

17 de jun de 2013

Evento: Pesquisa em Ciência da Informação

O site do XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação já está no ar, com várias informações disponíveis sobre o evento. Neste ano o ENANCIB acontecerá na cidade de Florianópolis, nos dias 29 de outubro a 01 de novembro de 2013, no Hotel Castelmar. As submissões de trabalhos estarão abertas entre os dias 03 de junho e 05 de agosto, com resultado previsto para 16 de setembro.

Novo número: Ponto de Acesso

A PontodeAcesso, revista acadêmica do Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia, Volume 7, Número 1, está no ar, trazendo o que de mais atual está se produzindo sobre a representação da informação e do conhecimento.
Editorial
  • A Representação da Informação em Cena (1). Alzira Gondim Tude de Sá
Apresentação
  • Do Tratamento à Recuperação da Informação e do Conhecimento: pelos aminhos da análise de assunto (2-3). Maria Luiza de Almeida Campos.
  • Representação da Informação: percurso de um processo (4-6). Maria da Graça de Melo Simoes.
Artigos Nacionais
  • Organização e Representação do Conhecimento Científico em Ambiente Web: do formato textual linear aos artigos semânticos (7-41). Carlos Henrique Marcondes.
  • A representação Documentária no Processo de Indexação com o Modelo de Leitura Documentária para Textos Científicos e Livros: uma abordagem cognitiva  com protocolo verbal. (42-66). Mariângela Spotti Lopes Fujita.
  • Análise de Imagens e Filmes: alguns princípios para sua indexação e recuperação (67-80). Rosa Inês de Novais Cordeiro.
Artigos Internacionais
  • A Classificação em Arquivos e em Bibliotecas à Luz da Teoria da Classificação: pontos de convergência e de divergência (81-115). Maria da Graça Simões, M. Cristina V. de Freitas.
  • Uma Abordagem à linguagem de Indexação dos Artigos Científicos Depositados no Repositório Científico da Universidade de Coimbra (116-131). Ana Miguéis, Bruno Neves.
  • Taxonomía de Metadatos de Preservación (132-153). Manuela Moro Cabero.
  • Mediciones del Valor de la Información Electrónica en las Bibliotecas Universitarias (154-171). Blanca Rodríguez Bravo.
  • La Influencia de la Formación de Usuarios en la Mejora de la Consulta de un Catálogo Bibliográfico (172-203). Andrea de Cea Jiménez, Genaro Luis García López.


Encontrado a Torá mais antiga

Fonte original: Reuters.
Fonte: Portal Terra. Data: 29/05/2013.
Um professor italiano anunciou nesta quarta-feira ter identificado o que ele acredita ser o mais antigo pergaminho da Torá no mundo, contendo o texto integral dos cinco primeiros livros das escrituras hebraicas.
Mauro Perani, professor de hebraico na Universidade de Bolonha, disse que especialistas e testes de carbono feitos na Itália e nos Estados Unidos apontaram que o livro teria sido redigido entre 1155 e 1225.
Inicialmente se calculava que o pergaminho, em poder da Biblioteca da Universidade de Bolonha há mais de 100 anos, era de uma data a partir do século 17. Ele havia sido rotulado de "pergaminho 2".
Há muitos fragmentos da Torá que são mais velhos, mas não pergaminhos completos, com todos os cinco livros.
"Um judeu que era um bibliotecário na universidade examinou o pergaminho em 1889, para catalogação, e escreveu 'século 17', seguido por um ponto de interrogação", afirmou Perani em entrevista por telefone.
Mas nos preparativos de nova catalogação da coleção judaica da universidade, Perani, de 63 anos, estudou o livro e suspeitou que o bibliotecário tivesse feito um exame muito superficial em 1889, não reconhecendo a sua antiguidade.
"Eu percebi que o estilo de escrita era mais velho que o do século 17, por isso consultei outros especialistas", explicou ele no comentário sobre o pergaminho, que mede 36 metros por 64 cm.

Ele disse que o livro tem muitos recursos gráficos e outros que não eram mais utilizados pelos copistas de textos hebraicos no século 17.

Curso: catalogação, FRBR, MARC21 e RDA

Novo curso on-line, de 120h, da Content Mind; matriculas abertas a partir de 1 de junho; aulas a partir de setembro. 
 “Catalogação: conceitos, práticas, atualidades e tendências” faz um resgate das práticas e instrumentos atuais (o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2r), os Formatos MARC 21 e o controle de autoridade) ao mesmo tempo que apresenta alguns dos tópicos atualmente discutidos internacionalmente na catalogação: os modelos conceituais FRBR e FRAD, o padrão RDA, os padrões de metadados e as ferramentas para a edição de registros e para a captura de dados que auxiliam no trabalho do catalogador.
Para prover um entendimento prático e teórico da catalogação e dos padrões de metadados nos ambientes digitais, o curso aborda também a XML, tecnologia que tem servido de base para o intercâmbio de dados na Web.

Biblioteca digital de obras raras

SIBiUSP é o Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo, que oferece prioritariamente suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão de docentes, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação da USP. O SIBiUSP integra 44 bibliotecas de faculdades distribuídas em seis campi universitários, com acervo total de mais de 6 milhões de volumes.
Procurando contribuir cada vez mais para a universalização do conhecimento, foi criada essa Biblioteca Digital como parte integrante do Projeto FAPESP “Infraestrutura para a pesquisa de coleções raras e especiais da USP/UNESP/UNICAMP: recolhimento, preservação, organização e disponibilização para acesso à comunidade científica nacional e internacional” (Processo nº 2009/54784-7), que objetiva proporcionar acesso a conteúdos eletrônicos e digitais de coleções raras e especiais da USP, UNESP e UNICAMP.
A consulta às obras, em domínio público, é livre e gratuito, garantindo assim, além da preservação, o acesso a esse importante conteúdo por pesquisadores e público em geral de todo o mundo, quebrando barreiras físicas.

Detalhes no URL: bore.usp.br

14 de jun de 2013

Declaração para o Direito das Bibliotecas

BIBLIOTECAS MUDAM VIDAS
Declaração para o Direito das Bibliotecas
Conferência Anual da ALA, Chicago, dois de Julho de 2013.


No espírito da Declaração de Independência dos Estados Unidos e da Declaração Universal dos Direitos Humanos, acreditamos que as bibliotecas são essenciais para uma sociedade democrática. Todos os dias, em inúmeras comunidades em todo o nosso país e do mundo, milhões de crianças, estudantes e adultos utilizam as bibliotecas para aprender, crescer e alcançar os seus sonhos. Além de uma vasta gama de livros, computadores e outros recursos, os usuários da biblioteca se beneficiam do ensino especializado e orientação provida por bibliotecários e funcionários da biblioteca para ajudar a expandir as suas mentes e abrir novos mundos.
Nós declaramos e afirmamos nosso direito à qualidade nas bibliotecas públicas, escolares, universitárias e em especial, exortá-lo para mostrar com urgência o seu apoio ao assinar seu nome nesta Declaração pelo Direito das Bibliotecas.
1)                 Bibliotecas capacitam o individuo
Se o desenvolvimento de habilidades para ter sucesso na escola, na procura de emprego, explorando possíveis carreiras, ter um bebê, ou planejando a aposentadoria, as pessoas de todas as idades se voltam para as bibliotecas para obter instrução, apoio e acesso a computadores e outros recursos para ajudá-los a levar uma vida melhor.
2)                  Bibliotecas apoiam a alfabetização e aprendizagem ao longo da vida.
Muitas crianças e adultos aprendem a ler na escola e nas bibliotecas públicas por meio da hora do conto, projetos de pesquisa, leitura de verão, aulas e outras oportunidades. Outras pessoas vão à biblioteca para aprender as habilidades da tecnologia e das informações que poderão ajudá-los a responderem às suas dúvidas, descobrirem novos interesses, e compartilharem as suas ideias com outros indivíduos.
3)                 Bibliotecas fortalecem as famílias
As famílias encontram um ambiente confortável, espaço acolhedor e uma riqueza de recursos para ajudá-las a aprender, crescer e brincar juntas.
4)                 Bibliotecas é o grande equalizador
As bibliotecas servem pessoas de qualquer idade, nível de escolaridade, nível de renda, etnia e capacidade física. Para muitas pessoas, as bibliotecas oferecem recursos que de outra forma, não poderiam ter condições de obtê-los – recursos que eles precisam para viver, aprender, trabalhar e governar.
5)                 Bibliotecas constroem comunidades
As bibliotecas unem as pessoas, tanto pessoalmente como online, para conversas e para aprender e ajudar uns aos outros. As bibliotecas fornecem apoio para idosos, imigrantes e outras pessoas com necessidades especiais.
6)                 Bibliotecas protegem nosso direito de conhecer
O nosso direito de ler, buscar informações, e falar livremente não deve ser tomado como garantido. As bibliotecas e os bibliotecários defendem ativamente esta liberdade mais básica garantida pela Primeira Emenda.
7)                 Bibliotecas fortalecem nossa nação
O bem estar econômico e a boa administração da nossa nação dependem de pessoas que são alfabetizadas e bem informadas. As bibliotecas escolares, públicas, universitárias e especializadas apoiam esse direito básico.
8)                 Bibliotecas promovem o avanço da pesquisa e da erudição
O conhecimento cresce do conhecimento. Seja para fazer um trabalho escolar, buscando uma cura para o câncer, buscando um grau acadêmico, ou o desenvolvimento de um motor com combustível mais eficiente, os acadêmicos e pesquisadores de todas as idades dependem do conhecimento e da experiência que as bibliotecas e os bibliotecários oferecem.
9)                 Bibliotecas nos ajudam a entender os outros
As pessoas de todas as esferas da vida se reúnem em bibliotecas para discutir questões de interesse comum. As bibliotecas oferecem programas, acervos e espaços de reunião para nos ajudar a compartilhar e aprender com as nossas diferenças.
10)             Bibliotecas preservam a herança cultural da nação
O passado é a chave para o nosso futuro. As bibliotecas coletam, digitalizam e preservam documentos históricos originais e únicos que nos ajudam a entender melhor o nosso passado, presente e futuro.
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Nota: documento a ser divulgado pela American Library Association (ALA), em 2 de julho de 2013, por ocasião da sua Conferência Anual a ser realizada em Chicago (Illinois, US).
Murilo Cunha