24 de ago de 2016

Conheça os museus, teatros e bibliotecas de SP que escondem Pokémons

Fonte: IDG Now. Data: 23/08/2016.
A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo enxergou na febre do Pokémon GO no Brasil uma oportunidade de atrair novos públicos para espaços culturais do estado. 
Ao adotar uma postura “Pokémon-friendly”, diversos museus, teatros, bibliotecas e bens tombados aparecem no jogo como PokéStops ou ginásios - pontos virtuais em que os jogadores, respectivamente, recolhem itens para capturar pokémons e desafiam outros usuários a batalhas.  
A Pinacoteca do Estado, por exemplo, conta com dois PokéStops internos, e está cercada por outros 30 localizados no Parque da Luz, além de dois ginásios. 
 “Em todos os locais, vale o bom senso: os jogadores não podem atrapalhar os demais usuários, nem colocar em risco o acervo dos espaços. As equipes de atendimento estão orientando os jogadores sempre que necessário e, mais importante, estimulando-os a conhecer os locais numa visita completa”, alerta a Secretaria por meio de comunicado. 
A seguir, veja a lista de espaços culturais para caçar pokémons:
Na capital 
Bibliotecas de São Paulo e Villa-Lobos – Localizadas no meio de parques públicos, os dois espaços são excelentes pontos de apoio para o jogador, que de quebra pode ter acesso a acervos com milhares de livros, filmes, jogos de tabuleiro e até outros games eletrônicos. A Biblioteca de São Paulo é um ginásio, enquanto a do Parque Villa-Lobos tem um PokéStop. 

Catavento – Tem dois ginásios e 10 PokéStops na área externa. Sendo um museu dedicado à ciência, ao meio ambiente e à tecnologia, é o local ideal para associar uma visita completa a uma caçada de pokémons. 

Casa das Rosas – Localizada na Avenida Paulista, é a casa de diversos monstrinhos que se escondem em seu jardim. O Museu ocupa um casarão histórico e conta com café na área externa, além de uma ampla programação cultural, principalmente sobre poesia.  

Museu da Imagem e do Som (MIS) – O museu também é um ginásio e um PokéStop. Dá pra caçar pokémons, encarar batalhas e ainda se divertir com a programação cultural do espaço.  

Museu da Imigração – A antiga Hospedaria dos Imigrantes tem um PokéStop e um amplo jardim na entrada, ideal para uma caçada de pokémons. Na área interna, a exposição conta a história da imigração no mundo e especificamente no Estado de São Paulo.   

Museu de Arte Sacra – Tem PokéStops na estátua de São José e na escultura dos profetas, na entrada do museu. Localizado no Mosteiro da Luz, o museu tem um dos acervos sacros mais importantes do País. 

Museu do Futebol – A praça Charles Miller é um campo natural para caça a pokémons e há um PokéStop na entrada do Museu, que atualmente exibe a exposição temporária O futebol nas Olimpíadas.  

Pinacoteca do Estado – Localizada no Parque da Luz, está cercada por nada menos que 30 PokéStops e dois ginásios. O jardim de esculturas, na área externa, é um local ideal para jogar, apreciar a paisagem do parque e arte contemporânea ao mesmo tempo.  

Sala São Paulo – A torre e a fachada do edifício são PokéStops, assim como a estátua do Maestro Eleazar de Carvalho, na entrada da bilheteria. A caçada está liberada, exceto durante os concertos, quando é proibido deixar o celular ligado.  

Teatro Sérgio Cardoso – Localizado no tradicional bairro do Bixiga, o teatro tem um PokéStop. Quem for caçar pokémons no local pode aproveitar para conferir a programação de teatro, música e dança que ocorre no local a preços populares. 

No interior do estado
Museu do Café (Santos) – A antiga Bolsa Oficial de Café, no centro histórico de Santos, é um ginásio e tem também um PokéStop. As batalhas podem ocorrer enquanto o visitante faz a degustação dos vários tipos de grãos vendidos na cafeteria da entrada.  

Museu Casa de Portinari (Brodowski) – Com um lindo jardim e de frente para uma praça, o Museu pode ser um ótimo local para caçadas. Lá dentro, os acervos de pinturas murais realizadas por Candido Portinari proporcionam uma experiência inesquecível.  

Museu Felícia Leirner (Campos do Jordão) – Sendo um bosque ao ar livre, com esculturas de grandes proporções, o Felícia Leirner é convidativo às caminhadas e, portanto, um local ideal para procurar os monstrinhos. Tem até o um PokéStop para abastecer o jogador de PokéBolas. 

Museu Índia Vanuíre (Tupã) – Há um PokéStop no museu, que guarda um grande acervo etnográfico composto por mais de 38 mil objetos e artefatos de diferentes povos indígenas brasileiros.  


Teatro Estadual de Araras – Projetado por Oscar Niemeyer, o local tem uma intensa programação de teatro, música e dança – agora, também de batalhas de pokémon, já que é um ginásio.

'A resposta está nos nativos digitais', diz o historiador Roger Chartier

Autoria: Cinthya Oliveira.
Fonte: Hoje em Dia. Data: 23/08/2016.
Um dos mais prestigiados historiadores do mundo, o francês Roger Chartier nos mostrou que é possível conhecermos mais sobre a humanidade a partir das pesquisas sobre as relações entre os homens e os textos. O pesquisador é o convidado do projeto “Literaturas: questões do nosso tempo”, que será realizado nesta terça, no Sesc Palladium, dentro da programação comemorativa de cinco anos do centro cultural. 
Ao lado do historiador Robert Darnton (diretor da biblioteca da Universidade de Harvard), Chartier vai falar sobre os marcos e as transformações da prática literária desde a invenção do codex – manuscrito que substituiu o pergaminho. 
Por ter a história da leitura como foco principal de suas pesquisas, Chartier passou a ser muito estudado não somente por estudantes de História, mas também nos cursos de Educação e Letras. Com o Hoje em Dia, ele conversou sobre contemporaneidade e o impacto das novas tecnologias sobre a história da leitura. Confira.
Houve muitos fatos históricos que contribuíram para a popularização da prática de leitura ao longo do mundo moderno e contemporâneo, como a invenção da imprensa e a universalização do ensino. Com a tecnologia e a internet, vivenciamos novas mudanças. Quais contribuições e questões a revolução digital tem trazido à prática de leitura na contemporaneidade?
Para responder à sua pergunta, me parece que devemos pensar que a descontinuidade existe inclusive nas aparentes continuidades. A leitura diante da tela é uma leitura descontínua, segmentada, ligada mais ao fragmento que à totalidade. Não seria talvez, por esse motivo, a herdeira direta das práticas permitidas e suscitadas pelo codex? Esse último convida a folhear os textos, apoiando-se em seus índices ou mesmo a “saltos e cabriolas” – à “sauts et gambades” como dizia (o jurista Michel de) Montaigne. É o codex, e não o computador, que convidou a comparar diferentes passagens, como queria a leitura tipológica da Bíblia que encontrava no Antigo Testamento prefigurações do Novo, ou a extrair e copiar citações e frases, sentenças e verdades universais, assim como exigia a técnica humanista dos lugares comuns. Contudo, a similitude morfológica não deve levar ao engano. A descontinuidade e a fragmentação da leitura não têm o mesmo sentido quando estão acompanhadas da percepção da totalidade textual contida no objeto escrito, tal como propõe o codex, e quando a superfície luminosa da tela, onde aparecem os fragmentos textuais, sem nos deixar ver imediatamente os limites e a coerência do corpus (livro, número de revista ou de periódico) de onde foram extraídos. A descontextualização dos fragmentos e a continuidade textual, que não diferencia mais os diversos discursos a partir de sua materialidade própria, parecem contraditórias com os procedimentos tradicionais do aprender lendo, que supõe tanto a compreensão imediata como a percepção das obras como obras, em sua identidade, totalidade e coerência.
Conforme o tempo passa, mais leitores o mundo ganha. O Brasil, por exemplo, viu seu mercado editorial crescer muito nos últimos anos. Mas além da quantidade, a qualidade da leitura vem se transformando ao longo do tempo? 
A noção de “qualidade” da leitura pode ser muito subjetiva. A questão mais essencial para mim é: como preservar maneiras de ler que construam a significação a partir da coexistência de texto em um mesmo objeto (um livro, uma revista, um periódico), enquanto o novo modo de conservação e transmissão dos escritos impõe à leitura uma lógica analítica e enciclopédica, onde cada texto não tem outro contexto além do proveniente de seu pertencimento a uma mesma temática? Estas perguntas têm relevância particular para as gerações mais jovens que, ao menos nos meios sociais com recursos e nos países mais desenvolvidos, têm se iniciado na cultura escrita através da tela do computador. Nesse caso, uma prática da leitura muito imediata e naturalmente habituada à fragmentação dos textos de qualquer tipo se opõe diretamente às categorias forjadas no século 18 para definir as obras escritas a partir da individualização de sua escrita, a originalidade da criação e a propriedade intelectual de seu autor. A aposta não é sem importância, pois pode levar tanto à introdução na textualidade eletrônica de alguns dispositivos capazes de perpetuar os critérios clássicos de identificação de obras como tal, em sua coerência e identidade, quanto ao abandono desses critérios para estabelecer uma nova maneira de compor e perceber a escrita como uma continuidade textual sem autor ou copyright, no qual o leitor corta e reconstrói fragmentos móveis e maleáveis.
A transformação digital também permitiu que todos se tornassem não apenas leitores, mas também produtores de textos, mesmo que isso aconteça apenas em redes sociais. Qual é o impacto disso em uma sociedade?
Me parece que devemos distinguir três modalidades da revolução digital. Primeiramente, a transformação dos textos que existem ou poderiam existir na forma impressa e o processo que construiu coleção digitais ou que geralmente fundamenta a edição digital. Em segundo, a criação de obras digitais irredutíveis na forma impressa, tantas obras de ficção multimídia quanto “livros” de saber que aproveitam as possibilidades hipertextuais e a coexistência entre textos, imagens e materiais sonoros. Em terceiro, a digitalização das experiências e conceitos mais fundamentais da existência humana. Com as redes sociais, são as noções de identidade, intimidade, amizade ou espaço público que se encontram profundamente redefinidas. Nunca devemos esquecer que as discussões sobre o livro, a edição ou a leitura (no sentido clássico) representam uma parte muito marginal da conversão digital de nosso tempo.
A história da leitura é estudada por meio dos vestígios deixados por leitores nos livros, como marcações nas margens, sublinhados e assinaturas. É possível imaginar como será o estudo dos historiadores no futuro, quando o foco do estudo estiver ligado ao século 21?
Também deixa vestígios a leitura digital (por exemplo as anotações compartilhadas, as discussões dos blogs ou dos “youtubers”, ou o que se escreve sobre as leituras nas redes sociais), mas é verdade que estes vestígios também são ameaçados pelo apagamento. E o mesmo com a escrita digital que deixa vestígios no computador, mas vestígios que não se podem comparar com os documentos utilizados pela crítica genética. Talvez para ajudar aos historiadores do século 21 seria útil multiplicar hoje pesquisas sociológicas, dados estatísticos e observações etnológicas sobre os leitores de hoje. 
Há dez anos, o senhor esteve no Fórum das Letras, em Ouro Preto, para realizar a conferência “A morte do livro”, em que tratava das possibilidades do futuro do livro como obra e do livro como material. O que mudou nestes dez anos sobre a sua percepção sobre o assunto?
Terminei esta palestra com uma incerteza. Hoje me parece ainda mais justificada. Por um lado, resiste o livro impresso no mercado do livro. Salvo nos Estados Unidos e no Reino Unido, a porcentagem dos livros digitais nas vendas de livros nunca supera 5%. Por outro lado, todas as “instituições” da cultura impressa se encontram num estado de crise. Na Europa livrarias desaparecem a cada dia, frente à concorrência dos supermercados ou da Amazon. No mundo todo, os jornais têm grandes dificuldades econômicas. E as bibliotecas conhecem a tentação de privilegiar as coleções digitais e afastar os leitores dos objetos impressos. Dentro da longa duração da cultura escrita, toda mudança (o aparecimento do codex, a invenção da imprensa, as várias revoluções da leitura) produziu uma coexistência original de objetos do passado com técnicas novas. Pode-se supor que, como no passado, os escritos serão redistribuídos entre os diferentes suportes (manuscritos, impressos, digitais) que permitem sua inscrição, sua publicação e sua transmissão. Resta, porém, o fato da dissociação de categorias que constituíram uma ordem do discurso fundamentada sobre o nome do autor, a identidade das obras e a propriedade intelectual e, de outro lado, o radical desafio a essas noções no mundo digital. Podemos pensar e esperar como Umberto Eco e Jean-Claude Carrière por um futuro no qual existiria uma coexistência das varias culturas escritas. Mas acho que a verdadeira resposta não está nos hábitos e desejos dos leitores que entraram no mundo digital a partir de suas experiências como leitores de livros impressos. A resposta pertence aos “digital natives” (nativos digitais) que identificam espontaneamente cultura escrita e textualidade eletrônica. São suas práticas da leitura e da escrita, mais do que nossos discursos, que vão decidir a sobrevivência ou a morte do livro, o apagamento do passado ou sua presencia perpetuada.

Serviço: “Literaturas: questões do nosso tempo” com Robert Darnton (EUA) e Roger Chartier (FRA). No Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046), terça (23), às 20h. Entrada gratuita

23 de ago de 2016

Evento: Ciência da Informação

XI Workshop Internacional em Ciência da Informação (XI WICI)

Documentos digitais: gestão, preservação e acesso.

12 a 15 de setembro de 2016 
Universidade de Brasília/Faculdade de Ciência da Informação/Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação 
Inaugurado em 2006, o WORKSHOP INTERNACIONAL EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO é um evento do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCInf), da Faculdade de Ciência da Informação (FCI) da Universidade de Brasília (UnB), cujo objetivo central é promover o debate sobre temas contemporâneos pertinentes à Ciência da Informação (CI) e às demais disciplinas com as quais a CI dialoga em uma perspectiva interdisciplinar, propiciar a integração dos docentes e discentes do PPGCInf com instituições nacionais e internacionais e especialistas no tema principal do encontro, bem como a divulgação de pesquisas desenvolvidas no PPGCInf e nos Grupos de Pesquisa.

Informações Gerais: http://ppgcinf.fci.unb.br/index.php/wici/xiwici.html

Programa: http://ppgcinf.fci.unb.br/wici/WICI2016_Programaversao050816.pdf

Inscrições no Evento: http://ppgcinf.fci.unb.br/index.php/inscricao-xi-wici-2016.html

Inscrições em Oficinas: http://ppgcinf.fci.unb.br/index.php/oficina-xiwici.html

Instruções para submissão de pôsteres: http://ppgcinf.fci.unb.br/wici/wiciretificacaoposteres.pdf


24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A 4ª. Edição da Pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” (2016) realizada pelo Instituto Pró-Livro e aplicada pelo Ibope Inteligência, com o apoio da Abrelivros, Câmara Brasileira do Livro e SNEL, traz algumas novidades em relação às edições anteriores.  Dentre elas, um capítulo dedicado a investigar o uso e percepções das bibliotecas pelos brasileiros.
Apresentação da Pesquisa: Zoara Failla (IPL- coordenadora da pesquisa Retratos da Leitura);
Painel: Christine Fontelles (Centhral do Brasil), Bel Santos Mayer (IBEAC/Litera Sampa), Pierre  Ruprecht (SP Leituras),  Maria Aparecida Laet (FFLCH/USP), Waltemir (Miro) Nalles(Prefeitura de São Paulo), Cristina Aparecida Reis Figueira (Prefeitura de São Paulo),  Valéria Tarantello (Governo do Estado de São Paulo) e Cida Magnani (Governo do Estado de São Paulo).

Moderadora: Adriana Cybele Ferrari (FEBAB/USP)

Biblioteca Virtual do Amazonas

Fonte: Portal do Holanda. Data: 22/08/2016.
URL: https://www.portaldoholanda.com.br/amazonas/biblioteca-virtual-do-amazonas-oferece-mais-85-novas-obras
A Biblioteca Virtual do Amazonas, projeto criado em 2001 pelo Governo do Amazonas, por meio da secretaria de Estado de Cultura, passou por uma grande reestruturação neste ano. Todo o seu acervo está disponível no endereço eletrônico www.bv.cultura.am.gov.br, um site que oferece um layout mais enxuto e responsivo, com uma linguagem atual, utilizada pela web, e que dá mais agilidade às funções disponíveis ao usuário em sua pesquisa. Agora, por meio de uma tecnologia mobile, o site pode ser acessado com todas as suas funções, via computadores, smartphones e tablets.
A Biblioteca Virtual tem como base documentos provenientes do Sistema de Bibliotecas Públicas do Estado do Amazonas e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA). Atualmente, o internauta tem acesso a um acervo com mais de 2 mil documentos digitais, entre audiobooks, folhetos, fotografias, livros, jornais, mapas, revistas e outros documentos elaborados especificamente para o site, todos com ênfase na cultura e história do Amazonas. Vale lembrar que todas as obras disponibilizadas pela Biblioteca Virtual estão de acordo com as diretrizes da Lei de Direitos autorais (9.610/98).

O site possibilita, também, ao visitante, realizar o download das obras. Entretanto, alguns arquivos não estão na íntegra e as versões completas podem ser solicitadas pelo email: acervodigitalsec@gmail.com. (...)

Vândalos ateiam fogo em biblioteca de escola em Sorocaba

Fonte: G1. Data: 22/08/2016.

Segundo corpo de bombeiros, ninguém ficou ferido no local.

Incêndio prejudicou aulas de pelo menos 300 estudantes.

A polícia procura por vândalos que atearam fogo na biblioteca de uma escola, localizada no Jardim Santa Bárbara, em Sorocaba (SP). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a ação ocorreu no domingo (21) e foi constatada por funcionários que chegaram para trabalhar no local na manhã desta segunda-feira (22). 
Ainda de acordo com os bombeiros, ninguém estava na escola no momento do incêndio. Não houve feridos e as chamas foram controladas rapidamente. 

No entanto, o incêndio prejudicou a aula de pelo menos 300 estudantes. Ainda não há informações sobre os prejuízos causados pelo fogo. A polícia fez buscas pelos suspeitos, mas ninguém foi preso até o momento. 

Bandidos tentaram incendiar biblioteca

Fonte: Rondônia ao Vivo. Data: 23/08/2016.
Polícia Militar registrou uma tentativa de incendiar a Biblioteca Municipal em Ariquemes na noite do sábado (20). Várias garrafas com gasolina foram encontradas ao lado do prédio. Faixas com protestos apoiando a rebelião do presídio também foram encontrados pela PM.

De acordo com informações, uma denúncia levou a polícia até a Biblioteca, onde por volta das 20h bandidos teriam arremessados um coquetel molotov na porta da Biblioteca, porém a tentativa falhou e o coquetel não incendiou. Próximo ao prédio, os militares encontraram outras três garrafas contendo gasolina. (...)

22 de ago de 2016

Novo curso: UFSCAR

É com grande satisfação que convidamos a todos para a
Primeira Aula Inaugural do PPGCI UFSCar.
A aula será transmitida ao vivo pelo canal: https://www.youtube.com/channel/UCYScVH-WGBHAezQlwvP0Ofg?disable_polymer=true


Evento: Informação e Negócio

EVENTO
A FESPSP/FaBCi, através da disciplina de Bibliotecas Virtuais e Repositórios Institucionais, e a ABRAINFO convidam para o quarto debate "Informação e Negócios" com tema: “O profissional da informação e o mercado de GED/ECM: uma janela de oportunidades”.
Debatedores:
Carlos Bassi: Integrante do Instituto Brasileiro de Gerenciamento da Informação – IBGI.
Wilton Tamane: integrante do Instituto Brasileiro de Gerenciamento da Informação – IBGI.
Francisco Lopes de Aguiar: doutorado em andamento no Programa de Pós-Graduação de Ciência da Informação da Universidade de São Paulo- ECA/USP.
Mediação:
Cláudia Chamas – ABRAINFO

Data: 12 de setembro de 2016
Horário: 19h30 horas
Local: Auditório da FESPSP / Rua General Jardim, 522 – Centro
[Metrô República ou Santa Cecília]
Vagas gratuitas


MinC confirma que DLLLB 'mudou de gênero' e anuncia nova estrutura

Fonte: Publish News. Data: 19/08/2016.
Autoria: Leonardo Neto.
Ex-Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas agora é Departamento do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas
Na edição do PublishNews de ontem, a coluna de Volnei Canônica ganhou destaque ao denunciar o rebaixamento da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB), do Ministério da Cultura (MinC), a Departamento do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas. No início da tarde, o MinC enviou ao PublishNews uma nota confirmando a nova nomenclatura e explicando a sua reestruturação. A justificativa, segundo explica a nota, é padronizar o nome já utilizados por outros ministérios.
“Queremos um Ministério da Cultura que ofereça entregas concretas à sociedade. A nova estrutura busca resgatar a credibilidade do Ministério da Cultura e a dimensão simbólica da Cultura no coração dos brasileiros”, comentou o ministro da Cultura, Marcelo Calero na nota.
Também adiantado por Canônica, o (agora é departamento, portanto no gênero masculino) DLLLB muda de alçada. Se antes era subordinado à Secretaria Executiva, ele agora passa a responder à Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC), comandada por Renata Bittencourt, que tem passagem pelo Itaú Cultural e é ex-coordenadora da Unidade de Formação Cultural da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. O MinC argumenta que a mudança “fortalece a área do livro e leitura, que terá maior integração e alcance”. A nota não faz referência ao novo titular do DLLLB.
O Vale-Cultura, que impactou positivamente a indústria do livro desde a sua implantação em 2014, também muda de mãos. Passa a responder para o Departamento de Mecanismos de Fomento, ligado à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (SEFIC), que está sob o comando do administrador José Paulo Martins.
A nova estrutura do MinC será composta por outras cinco secretarias, entre elas as novas secretarias da Economia da Cultura (SEC), que mapeará a cadeia produtiva da Cultura e será comandada por Claudio Lins Vasconcelos (ex-Fundação Roberto Marinho) e a de Infraestrutura Cultural (Seinfra), cuja função será a de buscar parcerias com prefeituras e governos estaduais para apoiarem melhorias e modernização em equipamentos públicos como bibliotecas, teatros e centros culturais. Para capitanear essa área foi designada Orvalina Ornelas de Nascimento Silva, servidora de carreira do Ministério da Educação.
Outra novidade é nova nomenclatura da Secretaria de Articulação Institucional, que passa a se chamar Secretaria de Articulação e Desenvolvimento Institucional (Sadi), tendo à frente o diplomata de carreira Bruno Santos. Com a Sadi, o Plano Nacional de Cultura e o Sistema Nacional de Cultura passam a ser geridos pela mesma Secretaria. À Secretaria estará subordinado o Departamento de Promoção Internacional, com foco nos temas relacionados à divulgação da cultura brasileira, incluindo aqui a da literatura, no exterior.
A Secretaria Executiva, onde Canônica teve uma breve passagem no início do mandato de Calero, está sob o comando de Mariana Ribas. Essa secretaria contará com duas subsecretarias: a de Gestão Estratégica (SGE), responsável pela gestão de pessoas, tecnologia de comunicações e informação e planejamento estratégico do Ministério; e a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (SPOA), que segue com as atribuições de gestão interna, financeira e orçamentária.

Completa a estrutura do “Novo MinC” a Secretaria do Audiovisual (SAV), sob o comando do produtor Alfredo Bertini.

Todos os dias na Biblioteca Pública

Autoria: Milton Ribeiro.
Fonte: Sul21. Data: 16/08/2016.
Mesmo que o porto-alegrense não seja educado, mesmo que alguns fiquem conversando continuamente em voz baixa, ir ao meio-dia até a Sala de Leitura na Biblioteca Pública da Rua Riachuelo é como se eu tivesse recebido férias de 30 minutos. Alivia. Tenho uma hora de almoço, me alimento rapidamente e subo a Ladeira para chegar até o velho prédio. Aviso o gentil senhor que cuida da sala que entrei com um livro, anoto seu nome e autor e descanso um pouco das más e péssimas notícias de todos os dias.

Hoje eu saí mais tarde e fiquei apenas 15 minutos. Deu para ler apenas dez páginas, mas é uma alegria poder descer a rua com a cabeça em outro contexto. É um conforto moral, um consolo, desafoga.

Novo número: revista Informação em Pauta

Informação em Pauta é um periódico científico eletrônico do Departamento de Ciências da Informação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Ceará (DECINF/PPGCI/UFC), disponível em Open Access no Serviço de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER).
O primeiro número (v. 1, n. 1, 2016) está disponível no URL: http://www.periodicos.ufc.br/index.php/informacaoempauta/issue/view/294/showToc
Abaixo o sumário desse número.
Sumário
Editorial. Maria Giovanna Guedes Farias
Artigos
e-SCIENCE SEMÂNTICA: integração dos dados na comunicação científica. Elizabete Cristina de Souza de Aguiar Monteiro, Ricardo Cesar Gonçalves Sant'Ana, José Eduardo Santarem Segundo.
Ensaios

21 de ago de 2016

Indexando no Google Acadêmico

"Como indexar seu periódico no Google Acadêmico" 
Hangout ao vivo com Gildenir Carolino Santos e David Milhomens, moderado por Suely de Brito Clemente Soares, respectivamente, Conselheiros e Secretário-Geral da ABEC. 

Data: 25/8/2016, quinta-feira
Horário: 10h00-11h00
Assista ao vivo ou posteriormente, no Canal YouTube da ABEC: 

Perguntas, a partir do recebimento deste e-mail, e também durante o hangout, deverão ser enviadas para fale.conosco@abecbrasil.org.br  para que sejam respondidas ao vivo.


Seu periódico já tem Perfil no Google Acadêmico? Acompanha as citações de todos os artigos publicados? Sabe o Índice-H do seu periódico por este indexador? Quais as vantagens para um periódico ser indexado no Google Acadêmico? Venha conversar conosco sobre este tema!

20 de ago de 2016

Evento: Gestão do conhecimento

14th International ISKO Conference: Knowledge Organization for a sustainable world
Rio de Janeiro, Brazil, September 27-29, 2016


I am writing to promise you an exciting opportunity to share ideas and advances in the field of knowledge organization, enjoying all the momentum of a location that so inspired the 2016 Olympics. On our website you'll now find our programme, offering three very busy days of presentations. Objectives of the conference include:
-    to discuss the challenges and perspectives in knowledge organization in relation to cultural diversity
-    to verify the state of the art of international research in knowledge organization
-    to identify different perspectives of scientific dialog in the international environment of knowledge organization
-    to advance discussions on the current epistemological construction, interdisciplinary dialog, technological applications and the social dimension of knowledge organization
-    to provide international visibility for KO research. 
This conference will be a first-class opportunity to bring yourself up to date with the latest thinking, and network with your peers from all over the world.  Don't miss it!

Who should attend
This conference has plenty to offer students as well as established researchers,  teachers, practitioners and consultants. Sustainability is a challenge and an opportunity for all of us  – do come and join the discussions!

Some highlights
o  Our Keynote speaker will be Maria José López-Huertas, addressing the topic of integrating culture in Knowledge Organization Systems.
o  A Round Table on KO for a Sustainable World will give Chapter representatives, together with our President Joseph Tennis, the chance to develop, share and spread ISKO perspectives.
o  Welcome Cocktail will be offered on 27th September evening.
o  Social Programme is being prepared and will be available soon in our website. 
A buzzing Brazilian welcome awaits all who can make it to Rio this September - please do not delay in booking your place at the conference, via: http://isko-brasil.org.br/?page_id=711

On behalf of ISKO Brasil, I warmly invite you to register, and look forward to seeing you here,

José Augusto Chaves Guimarães, Chair


*************
More background

ISKO is a not-for-profit scientific/professional association with a mission to promote the theory and practice of organizing knowledge and information. See more at http://www.isko.org. All who attend the conference will receive a bound copy of the proceedings, which will subsequently be made electronically available to the membership.

19 de ago de 2016

Evento: Arquitetura da Informação

Encontros de Arquitetura da Informação.

Os Encontros foram criados a partir da experiência dos Seminários de Arquitetura da Informação, que aconteceram até 2015. O formato dos Encontros é semelhante: os professores Mamede Lima-Marques, André Henrique de Siqueira e Gilberto Fernandes trarão temas para discussão e troca de ideias com os interessados em contribuir com suas experiências e pensamentos sobre a Arquitetura da Informação e suas aplicações científicas, epistemológicas e pragmáticas.

O horário é das 19h às 22h, todas as sextas-feiras, no CPAI. A participação é livre e gratuita.


Mais informações no Portal de Eventos do CPAI: http://eventos.cpai.unb.br/index.php/SEMAI/enai2016

18 de ago de 2016

Crossref no Brasil

Crossref no Brasil!
Realizaremos pela primeira vez no Brasil o Crossref LIVE, um evento gratuito
que acontecerá em Campinas no dia 13 de dezembro de 2016.
Será um seminário relevante para publishers, editores, prestadores de serviços,
fontes indexadoras, agências de fomento, bibliotecários, entre outros que possuam
interesse em conhecer um pouco mais sobre o que é a  Crossref
e os serviços oferecidos.
 
O evento é gratuito, mas é necessário realizar a
inscrição pois as vagas são limitadas.
Clique aqui para garantir sua vaga!
Esperamos você!
Quando
Terça-feira, 13 de dezembro de 2016
das 08:30 às 17:00
ONDE
Auditório da Biblioteca Central Cesar Lattes @ Unicamp, Campinas/SP

Médico devolve à universidade livro que pegou emprestado há mais de 30 anos

Fonte: UOL. Data: 11/08/2016.
Quem nunca teve que pagar uma pequena multa para a faculdade por ter esquecido de devolver um livro emprestado à biblioteca? Até o final do curso praticamente todo mundo resolve essas pendências. Não foi o que aconteceu com esse médico norte-americano.
Michael Kelly pegou emprestado o livro "Então você quer ser um médico?" numa biblioteca do Estado de West Virginia nos anos 1970 e só lembrou de devolvê-lo agora! Parece que ele conseguiu seguir à risca os ensinamentos da obra, já que acabou virando um importante cirurgião plástico na Flórida, onde comanda sua própria empresa.
"[Quando descobri] fiquei tão constrangido por ter demorado tanto para devolver", afirmou ele para o canal ABC. Ele resolveu então entregar o livro com uma contribuição em dinheiro para a Kanawha County Library: 500 dólares. Segundo o médico, ele ainda se mantém um leitor voraz e acredita que o livro o ajudou muito a se tornar o bom profissional que é hoje.

Michael afirmou que a cópia provavelmente foi deslocada por ele a mais de dez locais diferentes -- do ensino médio, passando pela faculdade até chegar à residência médica. "Espero que a minha história inspire as crianças a seguirem seus sonhos e perceberem que ler é o caminho mais importante para o sucesso", afirmou.

Biblioteca da Faculdade de Direito da USP tem sistema de pesquisa jurídica

São mais de 1.800 títulos de revistas da área legal
A base de dados HeinOnline da Biblioteca da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) já pode ser acessada de casa, por meio deste link. É um acervo para pesquisa jurídica que contém textos completos de jurisprudências e publicações de Direito anglo-saxão. 
O sistema inclui ainda revistas, leis federais americanas, tratados internacionais e relatórios da Suprema Corte dos Estados Unidos. São aproximadamente 90 milhões de páginas e mais de 1.800 títulos de revistas da área legal disponíveis, desde o primeiro exemplar publicado. A base de dados também oferece ao pesquisador informações a respeito dos desenvolvimentos e questões legais, bem como análises em profundidade de importantes casos da área.
Para acessar a HeinOnline fora da Faculdade, e outras bases assinadas pela Universidade, é preciso usar a conexão com mais privacidade e segurança, uma VPN.

Biblioteca Lucília Minssen promove atividades do Mês do Folclore

Fonte: Sul21. Data: 12/08/2016.

Biblioteca Lucília Minssen, localizada no 5º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), promove uma série de atividades alusivas ao mês do folclore, comemorado em agosto. Estudantes da rede pública e particular estão convidados a participar das contações de histórias, que acontecem nos períodos da manhã e da tarde. Agendamentos devem ser realizados através do telefone (51) 3225.7089 ou do e-mail atendimento.bibliotecalucilia@gmail.com (...).

Falta de ar-condicionado pode afetar preservação do acervo na Biblioteca dos Barris

Fonte: Correio 24 Horas. Data: 13/08/2016.
A central única de ar-condicionado, que atende à biblioteca, está quebrada e não há previsão de quando será consertada, porque o serviço terá que ser licitado
Além da falta de segurança, funcionários de limpeza e ascensoristas, os frequentadores também reclamam da falta de ar-condicionado, que ameaça a preservação do acervo. A assessoria da Fundação Pedro Calmon não soube informar quando o problema iniciou. Segundo eles, a central única de ar-condicionado, que atende à biblioteca, está quebrada e não há previsão de quando será consertada, porque o serviço terá que ser licitado.
Ex-membro da Associação Baiana de Arquivistas, Herbet Menezes ressalta que o acondicionamento é fundamental para preservar a integridade física dos documentos em sua forma original e desacelerar o processo de degradação do acervo.
O Manual Técnico de Preservação e Conservação de Documentos, produzido pelo Arquivo Nacional, recomenda que materiais especiais como “discos, CDs, fitas cassete, fotografias, negativos, dispositivos, filmes (película), fitas VHS, Umatik ou similar, discos ópticos, CD-Rom, disquetes, fitas magnéticas, etc. devem ser recolhidos em depósitos climatizados”.
O manual de conservação do Arquivo do Estado de São Paulo recomenda que documentos devam ser mantidos em temperatura o mais próximo possível de 20°C e com umidade relativa entre 45% e 50%.
O pesquisador Nelson Cadena, que costuma ir ao local até três vezes na semana, diz que a biblioteca tem um dos melhores acervos da Bahia. “O de periódicos é o mais completo do estado. Infelizmente, esses problemas não são recentes, são antigos, mas foram piorando”, conta. O pesquisador diz ainda que as salas de leitura não têm ar-condicionado há meses.
“Os terminais de acesso aos jornais ficaram quebrados por um ano e 4 meses. A cultura na Bahia costuma esquecer a importância da preservação da memória. Se um periódico do século XIX se perde, pode ser o último e único do Brasil. Há mais de 30 anos que não se encadernam os jornais, estão amarrados em cordas. Hoje, a sobrevivência da biblioteca é por conta dos funcionários, bastante antigos, que têm amor e comprometimento com aquilo”, acrescenta.
Historiador e membro da Academia de Letras da Bahia, Francisco Senna diz que a biblioteca é um dos equipamentos culturais mais importantes da cidade. “Foi concebida enquanto espaço de cultura e arquivo. Seria lamentável se ela ficasse abandonada por descaso do poder público”, ressalta. Ele destaca ainda que a manutenção de livro é muito difícil. “Os ácaros e insetos atacam e destroem. É preciso manter as condições ideais, inclusive de temperatura. Biblioteca não é apenas ter livros em prateleiras, é também fazer sua manutenção, ter permanente atualização e prover fácil acesso para a população”.
Além da ameaça ao acervo, o pesquisador Eduardo Catemberg lembra ainda dos riscos à saúde. “O maior perigo é para a nossa saúde, porque a gente está aqui respirando micróbios. Eu trago a minha máscara e a minha luva porque aqui não tem, mas estou parando aqui porque minha garganta não aguenta mais”, disse.
Mais antiga biblioteca latina já teve cinco sedes
A Biblioteca Pública do Estado da Bahia é a primeira biblioteca pública do Brasil e também a mais antiga da América Latina. Ela foi inaugurada oficialmente no dia 13 de maio de 1811 onde hoje é a Catedral Basílica, no Terreiro de Jesus. Na época, era o prédio da Livraria dos Jesuítas.
De lá para cá, passou por cinco sedes – entre elas a Escola de Belas Artes, a Ladeira da Praça e o Palácio Rio Branco –, até chegar ao prédio atual, na Rua General Labatut, nos Barris, inaugurado em 5 de novembro de 1970. Um incêndio em 1912, provocado por um bombardeio, fez com que muitas obras adquiridas se perdessem. Móveis também foram roubados.

Hoje, a biblioteca de 205 anos de história é dividida nos setores de Braile, Infantil, Pesquisa/Referência, Empréstimo, Periódicos, Obras Raras e Valiosas, Documentação Baiana, Artes e Audiovisual. O acervo com 60 mil obras consideradas raras ou valiosas, como o Hino Nacional ilustrado, miniaturas de livros e dicionários, além da edição da obra Menino de Engenho, de José Lins do Rego, que teve tiragem de apenas 120 exemplares com ilustrações de Cândido Portinari.

Evento: Editoração Científica

A Associação Brasileira de Editores Científicos - ABEC Brasil, tem o prazer de convidar os editores científicos e demais profissionais de áreas afins para o IX Workshop de Editoração Científica – IX WEC - a ser realizado de 6 a 10 de novembro de 2016 nas dependências do Hotel Colina Verde em São Pedro (SP). 
Informações e inscrições:
O tema do evento, A CULTURA DIGITAL NA INTEGRAÇÃO E INOVAÇÃO DA PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA, é baseado nos conceitos de Manuel Castells que caracterizam com perfeição o processo da publicação científica, a saber:
(1)    Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem digital; 
(2)    (2) Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, diluindo assim o processo de interação;
(3)    (3) Existência de múltiplas modalidades de comunicação;
(4)    (4) Interconexão das redes digitalizadas de bases de dados;
(5)    (5) Capacidade de reconfigurar as informações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processos de comunicação; e
(6)    6) Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum.
A programação foi construída com o compromisso de realizar um evento de alto nível, visando proporcionar aos participantes desde os conceitos básico, por meio de minicursos e espaço para contato pessoal exclusivo com editores plenos durante as sessões do “Consultório Editorial”, até o debate sobre a fronteira da editoração e os atuais desafios da publicação científica em âmbito mundial.
Além dos minicursos, palestras e mesas redondas, teremos o fórum com grupos de trabalho agrupados por regiões do Brasil para que os desafios locais possam ser melhor elencados.
Pretende-se ao final, definir ações para implementar representações regionais para facilitar o diálogo com instituições de interesse tais como o CNPq, CAPES e SciELO entre outras.
Haverá também a sessão de pôsteres e um espaço dedicado aos gestores dos Portais de revistas institucionais, para compartilhamento de experiências e fortalecimento de iniciativas implementadas.
Ressaltamos também a oportunidade de ingressar e/ou cumprir alguns requisitos do Programa para Certificação em Publicação Científica (ProCPC), organizado em parceria com o Council of Science Editors (CSE) que tem como objetivo consolidar a profissionalização dos editores brasileiros.